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segunda-feira, 13 de maio de 2013

ECONOMIA NO BRASIL E NO MUNDO

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) subiu 1,94% nesta quarta-feira, aos 60.410,66 pontos, completando o terceiro pregão consecutivo de alta. Esta é a primeira vez que a Bolsa brasileira supera os 60 mil pontos desde 21 de julho do ano passado. No mês, a Bolsa está ganhando quase 7%, enquanto no ano a alta acumulada é de cerca de 61%.
A cotação do dólar comercial caiu 0,39%, a R$ 1,80 na venda, completando o terceiro dia consecutivo de perdas. No mês, a moeda tem queda acumulada de 4,71%; no ano, de 22,85%.
Apesar da jornada de crescimento do mercado de ações brasileiro, analistas recomendam cautela. Segundo previsões com base em situações similares ocorridas no passado, é possível que depois desta arrancada, as ações listadas na Bovespa sigam uma tendência de queda generalizada.
Entre as notícias importantes de hoje, a taxa de desemprego no Reino Unido subiu para 7,9% entre maio e julho, para 2,47 milhões de pessoas de fora do mercado de trabalho. Este é o maior nível desde 1996.
No Brasil, a economia abriu 242.126 postos de trabalho com carteira assinada em agosto, o melhor desempenho de 2009. Também é o melhor resultado para o mês desde 1992.
Após adiar os planos de investimentos por conta da crise financeira mundial, a montadora Hyundai decidiu construir uma fábrica no Brasil a partir do ano que vem. O total investido deve ser de US$ 600 milhões e a capacidade de produção deve atingir 100 mil veículos por ano.
Na Ásia, motivadas pelos indicadores positivos das vendas no varejo nos Estados Unidos, as Bolsas fecharam em alta. O índice de Tóquio avançou 0,52%.
O índice europeu de ações FTSEurofirst 300, que reúne as principais ações do continente, subiu 1,27% e superou os 1.000 pontos no fechamento pela primeira vez em 11 meses.


terça-feira, 19 de março de 2013

BOLSAS DE VALORES EUROPA

Bolsas da Europa caem, com mercado à espera de definições no Chipre
 
Os principais índices acionários da Europa registram queda nesta terça-feira (19), com o mercado à espera de definições sobre a nova taxa de imposto que o governo do Chipre pretende adotar para poder receber ajuda financeira do BCE e do FMI (Fundo Monetário Internacional).Às 11h50 (horário de Brasília), o índice DAX, da Bolsa de Frankfurt, caía 0,29%, para 7.987 pontos. Em Milão, o FTSE-Mib tinha baixa de 0,43% no mesmo horário, para 15.855 pontos. Na França, o CAC de Paris registrava perda de 0,51%, aos 3.805 pontos, enquanto o espanhol IBEX35 tinha queda de 0,92%, para 8.428 pontos.
Na Inglaterra, porém, o principal índice de ações da Bolsa de Londres, o FTSE100, mostrava ligeiro ganho de 0,11% às 11h52, aos 6.467 pontos. Os mercados na Europa fecham em torno de 13h30 (horário de Brasília).O Parlamento do Chipre vota hoje a adoção de um plano para impor uma taxa sobre os depósitos bancários no país do mar Mediterrâneo, o quinto a receber um resgate do BCE e do FMI desde o início da crise.Os credores internacionais exigiram a aplicação da taxa para conceder o empréstimo de € 10 bilhões (R$ 26 bilhões) aprovado no sábado (16). O anúncio, que foi inédito entre os países que pediram ajuda a União Europeia, preocupou os mercados e empurra para baixo as Bolsas mundiais.Um documento obtido pela Reuters revela que o governo deve amenizar as regras do plano, isentando da nova taxa as contas com menos de € 20 mil. Já para aquelas com valores acima de € 100 mil, o imposto cobrado pelos depósitos seria de 6,75%. Contas com mais de € 100 mil seriam taxadas em 9,9%.Contudo, o Chipre anunciou nesta terça-feira que não conseguirá alcançar a meta de economia exigida pelos credores internacionais se não taxar os pequenos poupadores. A taxação das poupanças foi anunciada como a solução para honrar os compromissos com o BCE e o FMI.O anúncio do imposto provocou uma corrida aos bancos para sacar os depósitos sujeitos ao tributo. Devido à preocupação com a retirada em massa, o governo local decretou feriado bancário até quinta (21). Além dos bancos, a bolsa de valores local não opera durante esses dias.

domingo, 5 de julho de 2009

BOLSA DE VALORES

Após 4 meses, saldo de capital estrangeiro volta a ficar negativo na Bolsa
da Folha Online
Os investidores estrangeiros tiraram mais de R$ 1 bilhão da Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) ao longo de todo o mês de junho. Trata-se do primeiro saldo negativo após quatro meses em que as compras de ações superaram as vendas, com destaque para o resultado histórico de maio (R$ 6,08 bilhões).
Em junho, as vendas de ações por não-residentes atingiram a casa dos R$ 41,543 bilhões, uma diferença de R$ 1,093 bilhão sobre o total de ações compradas no mesmo período. O saldo continua positivo no semestre, em R$ 10,107 bilhões.
Os estrangeiros respondem por 35% do volume de negócios mensal da Bolsa brasileira. A recuperação do índice Ibovespa, que saltou do patamar dos 37 mil para os 51 mil pontos em seis meses, é em grande parte atribuída ao fluxo de capital estrangeiro.
Realização de lucros
Analistas afirmam que a "fuga" dos estrangeiros se deve a um movimento massivo de "realização de lucros", no jargão do mercado. Como a Bolsa subiu muito rápido e com muita força (35,4% entre o final de janeiro e maio), vários investidores optaram por vender os papéis que mais valorizaram, ou que ficaram "caros" demais, embolsando os ganhos do período.
Colaborou para esse movimento as incertezas sobre a economia global. Embora tenha se consolidado entre economistas a percepção de que a pior fase da crise mundial já passou, há muitas dúvidas sobre o ritmo de saída dos países do "buraco" da recessão.
Maior economia do planeta, os EUA observaram vários setores de sua economia "pararem de piorar", mas o quadro geral ainda é frágil: ontem, muitos tomaram um susto com a deterioração do mercado de trabalho americano : no mês passado, esse país perdeu 467 mil postos de trabalho, e a taxa de desemprego chegou a 9,5%, contra 9,4% em maio.