Mostrando postagens com marcador renuncia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador renuncia. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

O OUTRO LADO DA MOEDA

                                                           

                                         O outro lado da moeda

 

 
    O Brasil vive em queda livre, já. que estamos sendo forçados pelos governantes a fazerem o que querem em cada estado.
    Muitos destes governantes, não se lembram o que fizeram no ano de 1984, quando foram para as ruas pedirem diretas já, a maioria deles deram sim e isso funcionou até o presidente da República na época Tancredo Neves assumir seu posto, em meados de Abril daquele mesmo ano ele teve um infarte e veio falecer misteriosamente, e quem assumiu no caso foi então o ex - deputado José Sarney.
   O ano de 1980, foi uma década perdida como consta em alguns livros de geografia e história, contudo esta década veio para o futuro com as mesmas características, ou seja, alta da inflação, juros altos altos, bancos com tarifas inflacionárias até você não poder pagar perante os juros, a economia estagnada e que não ajuda até o momento, pois quando se fala nesse assunto eles dão valor a alta dela nas bolsas de valores , e que po dem despencar aa economia, governos que não atuam com exatidão na melhoria da saúde, educação, meios de transporte dentre outros,e por fim a reforma trabalhista que está sendo votada, voltando aos meados do século XX, quando era simplesmente um trabalho escravo, trabalhando - se 18 horas sem parar e ganhando muito pouco, enfim os mesmos governantes que tiveram influência nas diretas Já , hoje estão retrocedendo para o passado e colocar algo a mais no seu bolso, de vez em ajudar a população brasileira.
   Estamos vivendo eleições diretas mesmo?, será mesmo que desde 1984 a população vive acreditando nisso, pelo contrário, estamos em uma época em que as eleições ditas como antigamente diretas, elas são indiretas influenciadas pelos partidos políticos, que estão no governo há mais de três décadas no governo, isso é só um exemplo da camuflagem que eles impuseram a nossa sociedade, para atrair eleitores que não sabem quem são os mesmos, para que partido votar e esses eleitores votam no mesmo partido a cada ano, seja para presidente  ou governador, só porque o candidato promete fazer algo diferente na sua cidade/estado, e por que também temos muitos eleitores que acham o candidato bonito/ta e votam nele/la, ou pela legenda que fica mais fácil e assim não assumem nenhum compromisso com o público atuante para que ganhem votos e mais votos, podemos também lembrar que essas urnas eletrônicas podem ser hackeadas por vários indivíduos que ficam por todos os estados para que um certo candidato ganhe, assim como foi feito nos EUA para eleger o presidente atual Donald Trump ao invés de Hillary Clinton, que ganharia facilmente o segundo turno das eleições nesse país, quais as consequências atuais que estamos fazendo de igual com os EUA, quase tudo bastou afastar a ex-presidente para que o nosso país retrocedesse enormemente. O que precisamos fazer para que isso mude é não nos influenciarmos por candidatos que falam muito e fazem pouco, tanto para presidente como para governador, se fizermos isso quem sabe o nosso país não se ergue e vire uma das potencias do G-20,pois,até então não escutam o nosso país para nada nessas reuniões, temos de mudar a nossa atitude para que isso sirva de lição aos postulantes aos cargos já citados acima.

sábado, 1 de agosto de 2009

Sarney está prestes a renunciar ao cargo

O senador José Sarney lutou muito, mas não conseguiu vencer os fatos. Ao decidir disputar a presidência do Senado, em fevereiro passado, acreditava que o cargo era uma garantia de imunidade para ele e a família - aquela altura já investigada pela Polícia Federal por suspeita de uma multiplicidade de crimes. A visibilidade, porém, teve efeito contrário e acabou colocando o mais longevo dos políticos brasileiros no centro de uma devastadora crise de no Congresso. José Sarney, o último dos coronéis, rendeu-se diante de tantos escândalos. Na semana passada, o senador disse ao presidente Lula que está cansado e que decidiu deixar o cargo.Não aguento mais. Vou negociar uma saída", afirmou, de acordo com um interlocutor privilegiado do presidente Lula. A conversa aconteceu na segunda-feira, pelo telefone, quando o presidente ligou para saber notícias sobre o estado de saúde de Marly Sarney, esposa do presidente do Senado, que se recupera de uma cirurgia em São Paulo. Sarney, de acordo com o relato feito pelo presidente Lula, estava abatido, disse que não conseguia dormir havia dias e se culpava pelo estado de saúde da mulher, que sofreu um acidente doméstico, fraturando o braço e o ombro.
Nos às vezes tortuosos códigos da política, desabafos como o do senador Sarney podem ser interpretados como um simples blefe, uma ameaça velada ou até chantagem de alguém em busca de proteção. Não é o caso. Desde o início da crise, Lula se empenhou pessoalmente na defesa do presidente do Congresso, sem qualquer pudor, a ponto de gerar constrangimentos ao seu partido, quando desautorizou publicamente o líder do PT, senador Aloizio Mercadante, que havia pedido o afastamento do presidente do Congresso. Depois da conversa telefônica com José Sarney, porém, Lula mudou completamente o tom.
Antes disposto a sacrificar um pouco da própria popularidade em troca de um punhado de votos no Congresso e de uma provável aliança com o PMDB na campanha eleitoral de 2010, o presidente vislumbrou a hora de mudar o discurso. Sarney? "Não é um problema meu. Não votei para eleger o presidente Sarney a presidente do Senado, nem para senador. Votei nos senadores de São Paulo. Quem tem que decidir se ele fica presidente é o Senado", disse o presidente em entrevista. Lula recolheu a bóia. Jamais, portanto, poderá ser acusado de ter associado sua credibilidade à tentativa de manter no cargo um presidente do Congresso envolvido em nepotismo, desvios dinheiros, contas no exterior... E, daqui a alguns dias, Lula pode, quem sabe, invocar até uma conveniente crise de amnésia: Sarney? Que Sarney?...
O presidente, o PMDB e seus aliados já começaram a discutir o futuro do Senado pós-Sarney, mas muito distante daquele que deveria ser o ponto de partida. Lula, por exemplo, está preocupado com questões mais práticas, como a sucessão. Trabalha para que Sarney renuncie, o que obrigaria o Senado a convocar novas eleições em cinco dias, evitando que a Casa ficasse sob o comando do vice-presidente Marconi Perillo, do PSDB. O PMDB, republicano como sempre, quer continuar com a presidência, mas tem dificuldades em encontrar um candidato que seja da absoluta confiança do partido e que tenha a ficha limpa - missão aparentemente impossível.
A desfecho da crise envolvendo Sarney representa um golpe contra as tradicionais oligarquias políticas brasileiras, mas não o definitivo - aliás, longe disso. Antônio Carlos Magalhães, Renan Calheiros, Jader Barbalho e Sarney produziram herdeiros, biológicos ou não, que mantêm vivas as seculares práticas coronelistas. O tamanho e a importância que tem o PMDB no cenário nacional é o maior exemplo disso. Como um câncer em processo de metástase, o partido é o abrigo seguro desse jeito peculiar de fazer política, destes grupos que continuam espalhados pela máquina do estado empenhados exclusivamente em girar a roda do fisiologismo e da corrupção.
Se a renúncia de Sarney se confirmar, alguém é capaz de imaginar que os indicados do senador no setor elétrico serão demitidos? Não, não serão. Eles continuarão lá, fazendo tudo que sempre fizeram, igualzinho ao que manda a cartilha atrasada pela qual rezam a maioria dos políticos brasileiros, independente a qual agremiação pertençam. Afinal, esta é, e vai ainda continuar sendo por muito tempo, a mais eficiente e segura forma de fazer política: trocando votos por cargos, permutando verbas por apoio, empregando parentes e amigos - tudo com o nosso dinheiro.