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sábado, 26 de maio de 2018

"GREVE DOS CAMINHONEIROS": Pronunciamento de TEMER








Hoje você povo brasileiro, para quem não viu o nosso presidente falar sobre a greve dos caminhoneiros este link irá dizer tudo sobre como estamos andando na forma de um retrocesso do século XX.
Basta dá a sua opinião sobre esse vídeo.




https://www.youtube.com/watch?v=ifcopBF_JIo

sábado, 21 de abril de 2018

POVO BRASILEIRO




   Hoje contaremos um pouco mais sobre o nosso "povo brasileiro".

   Em primeiro lugar estamos, sempre a ver navios, ou seja, não vemos a verdade como ela é realmente, não somente no caso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mais como também o que acontece ao nosso redor.
No momento atual estamos passando por uma série de burocracias para os nossos governantes, seja ele quais forem, uns aumentam impostos, outros não são condenados e nem cassados, e muito menos punidos,haja vista que a punição deles é leve , pois, podem cumprir os seus erros permanecendo em prisão domiciliar, para termos uma noção de como está o nosso país, e o nosso "povo brasileiro" está sofrendo tanto que nem tem tempo para observar certas coisas, como um aumento abusivo de variados itens, punição entre os diversos tipos de transporte público, com o aumento das passagens,roubos perto de sua casa não resolvido, pois, não tem policiamento para investigar tal fardo, escolas abandonadas,queimadas,quebradas,agressões perante o professor,insultos, e sem falar nos médicos que estão ingressando agora, e nem sabem o regimento da categoria dele, e passa qualquer coisa para o paciente sem ter avaliado ele direito, ou seja, estão comprando certificados para tal área, e o nosso "povo brasileiro" não enxerga isso com claridade, só buscam defeitos nos seus principais tipo de trabalho, quanto tempo leva para chegar, se o chefe está bem ou mal humorado, desconto por ter chegado atrasado, contas a pagar com impostos altos e que nem percebem certas siglas nas contas, para poder reclamar e ter seus direitos resolvidos. Nesse ano teremos votação para governador e presidente , os cargos mais importantes do país,seguido pelos deputados e senadores federais e estaduais, o nosso "povo brasileiro" primeiramente deve enxergar o que cada candidato irá falar, pesquise sobre o mesmo candidato a vida pessoal de cada um, para podermos reverter essa situação atual, exemplo: no caso de São Paulo,o governador prometeu entregar a linha lilás 5 , para 2014 com novos trens para o metrô, e isso não aconteceu há mais de quatro anos isso está atrasado, e o mesmo é pré candidato a presidência da república federativa do Brasil, e isso só foi descoberto por meio da empresa que faria o teste com esses trens em atraso, ele no momento abriu- se um inquérito contra o governador de São Paulo, mais vejamos, se não aconteceu nada até agora porque iria acontecer depois,o mesmo caso do presidente do Brasil que tem processo contra ele, o de minas Gerais que tem 10 processos em andamento contra ele, e isso será julgado após a inscrição dele para qualquer cargo que queira almejar, e o nosso "povo brasileiro", fica sem saber o que acontece no nosso mundo atual e político do nosso país, pois, não são divulgados certas ocorrências como as citadas no parágrafo acima, os jornais de hoje só falam superficialmente o que acontece dentro do Brasil. E assim, o nosso "povo brasileiro" fica sabendo menos de cada fato , no que ocorre por aqui.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Piada ... Brasil quer respeito nas convenções internacionais


O ministro da Justiça, Tarso Genro, disse nesta quinta-feira, durante sua visita a Havana, em Cuba, que o Brasil não defende ingerências externas para solucionar o conflito em Honduras, mas sim "a legalidade e o respeito" às convenções internacionais. "O caminho para a solução dos problemas políticos na América Latina é o que compromete os países respeitosos da democracia e do Estado de direito", disse. De acordo com entrevista citada pela agência estatal de notícias cubana AIN, Genro reiterou o pedido das autoridades brasileiras para que a inviolabilidade da embaixada em Tegucigalpa, onde Zelaya está abrigado desde segunda-feira (21), quando entrou ilegalmente no país, pois é procurado pela Justiça hondurenha. Nesta quarta-feira (23), no discurso de abertura da Assembleia Geral da ONU, em Nova York, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu que seja garantida a "inviolabilidade da embaixada brasileira", arrancando aplausos da plateia de 119 líderes mundiais. Pelo 22º artigo da Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas, de 1961, os locais das Missões Diplomáticas (embaixadas e edifícios anexos) são invioláveis. Os agentes do estado acreditado (que recebe a embaixada) não podem entrar sem consentimento do chefe. O governo interino de Honduras, liderado por Roberto Micheletti, disse, nos últimos dias, que garantiria a segurança da embaixada, mas cobrava que o Brasil ou concedesse asilo político para Zelaya --status o que o hondurenho já afirmou que não pretende solicitar-- ou o levasse à Justiça hondurenha. Nesta quinta-feira, o governo interino endureceu o tom e, em comunicado da Secretaria de Relações Exteriores, afirmou que houve uma "evidente intromissão" do Brasil "em assuntos internos" do país e que, por isso, o governo brasileiro é responsável não só pela segurança do hondurenho como pela de todas as pessoas e propriedades envolvidas no caso. No comunicado, o governo de Micheletti conclui que houve intromissão com base em uma declaração de Zelaya na qual ele diz ter "consultado" o presidente Lula e o chanceler Celso Amorim sobre a viagem. Para o governo interino, isso prova que a entrada ilegal de Zelaya em Honduras foi "um ato promovido e consentido pelo governo do Brasil". Essa conclusão do governo interino de Honduras contraria as declarações das autoridades do Brasil e do próprio Zelaya do episódio.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Irã- Protestos pós eleições

Líderes oposicionistas iranianos disseram que 69 pessoas foram mortas nos protestos depois das polêmicas eleições de junho -- mais do que o dobro da cifra oficial de 26 mortos -- e o Parlamento prometeu investigar, disseram jornais reformistas nesta terça-feira.
Muitos conservadores compartilham da indignação dos reformistas pelo tratamento dispensado a mais de 4.000 pessoas que oficialmente foram detidas durante as manifestações que se seguiram à reeleição do presidente Mahmoud Ahmadinejad.
A oposição diz que o pleito foi fraudado, acusação negada por autoridades, inclusive o líder supremo do país, aiatolá Ali Khamenei, que acusou potências ocidentais de promoverem os distúrbios.
"Os nomes de 69 pessoas que foram mortas nos distúrbios pós-eleitorais... foram submetidos ao Parlamento para investigação. O relatório também incluiu os nomes de cerca de 220 detentos", disse Alireza Hosseini Beheshti, aliado do ex-candidato moderado à Presidência Mirhossein Mousavi, ao jornal Sarmayeh."
Alireza Jamshidi, porta-voz do Poder Judiciário, disse em entrevista coletiva que mais de 4.000 manifestantes foram detidos depois da eleição, sendo que 3.700 foram soltos no prazo de uma semana.
Ainda há políticos, jornalistas, ativistas e advogados detidos, segundo ele.Ali Larijani, presidente do Parlamento, disse após uma reunião na segunda-feira com membros de uma comissão parlamentar de inquérito que os casos de mortes e prisões serão cuidadosamente avaliados, disse o jornal Etemad-e Melli.
Mehdi Karoubi, que também disputou a eleição de 12 de junho, disse no domingo que alguns manifestantes -- homens e mulheres -- sofreram violações sexuais na prisão. Ele disse que escreveu há dez dias para o ex-presidente Akbar Hashemi Rafsanjani, um moderado que hoje dirige um importante órgão arbitral, pedindo um inquérito, mas que não recebeu resposta.
"Tais acusações (de abusos contra detentos) serão investigadas pelo Parlamento", disse Larijani, um conservador que frequentemente criticava as políticas de Ahmadinejad.Rafsanjani, que apoiou Mousavi na eleição, anunciou que não conduzirá preces na sexta-feira desta semana para evitar que se repitam os confrontos que se seguiram ao seu último sermão.Seguidores de Mousavi e policiais entraram em confronto em 17 de julho depois que Rafsanjani declarou pelo rádio que a República Islâmica havia mergulhado numa crise por causa da eleição.Rafsanjani também exigiu a libertação de personalidades oposicionistas, num aparente desafio ao líder supremo Khamenei, que se posicionou fortemente ao lado de Ahmadinejad.
O presidente, que tomou posse na semana passada, deve nomear um gabinete e buscar aprovação do Parlamento, num processo que pode ser complicado.

sábado, 1 de agosto de 2009

Sarney está prestes a renunciar ao cargo

O senador José Sarney lutou muito, mas não conseguiu vencer os fatos. Ao decidir disputar a presidência do Senado, em fevereiro passado, acreditava que o cargo era uma garantia de imunidade para ele e a família - aquela altura já investigada pela Polícia Federal por suspeita de uma multiplicidade de crimes. A visibilidade, porém, teve efeito contrário e acabou colocando o mais longevo dos políticos brasileiros no centro de uma devastadora crise de no Congresso. José Sarney, o último dos coronéis, rendeu-se diante de tantos escândalos. Na semana passada, o senador disse ao presidente Lula que está cansado e que decidiu deixar o cargo.Não aguento mais. Vou negociar uma saída", afirmou, de acordo com um interlocutor privilegiado do presidente Lula. A conversa aconteceu na segunda-feira, pelo telefone, quando o presidente ligou para saber notícias sobre o estado de saúde de Marly Sarney, esposa do presidente do Senado, que se recupera de uma cirurgia em São Paulo. Sarney, de acordo com o relato feito pelo presidente Lula, estava abatido, disse que não conseguia dormir havia dias e se culpava pelo estado de saúde da mulher, que sofreu um acidente doméstico, fraturando o braço e o ombro.
Nos às vezes tortuosos códigos da política, desabafos como o do senador Sarney podem ser interpretados como um simples blefe, uma ameaça velada ou até chantagem de alguém em busca de proteção. Não é o caso. Desde o início da crise, Lula se empenhou pessoalmente na defesa do presidente do Congresso, sem qualquer pudor, a ponto de gerar constrangimentos ao seu partido, quando desautorizou publicamente o líder do PT, senador Aloizio Mercadante, que havia pedido o afastamento do presidente do Congresso. Depois da conversa telefônica com José Sarney, porém, Lula mudou completamente o tom.
Antes disposto a sacrificar um pouco da própria popularidade em troca de um punhado de votos no Congresso e de uma provável aliança com o PMDB na campanha eleitoral de 2010, o presidente vislumbrou a hora de mudar o discurso. Sarney? "Não é um problema meu. Não votei para eleger o presidente Sarney a presidente do Senado, nem para senador. Votei nos senadores de São Paulo. Quem tem que decidir se ele fica presidente é o Senado", disse o presidente em entrevista. Lula recolheu a bóia. Jamais, portanto, poderá ser acusado de ter associado sua credibilidade à tentativa de manter no cargo um presidente do Congresso envolvido em nepotismo, desvios dinheiros, contas no exterior... E, daqui a alguns dias, Lula pode, quem sabe, invocar até uma conveniente crise de amnésia: Sarney? Que Sarney?...
O presidente, o PMDB e seus aliados já começaram a discutir o futuro do Senado pós-Sarney, mas muito distante daquele que deveria ser o ponto de partida. Lula, por exemplo, está preocupado com questões mais práticas, como a sucessão. Trabalha para que Sarney renuncie, o que obrigaria o Senado a convocar novas eleições em cinco dias, evitando que a Casa ficasse sob o comando do vice-presidente Marconi Perillo, do PSDB. O PMDB, republicano como sempre, quer continuar com a presidência, mas tem dificuldades em encontrar um candidato que seja da absoluta confiança do partido e que tenha a ficha limpa - missão aparentemente impossível.
A desfecho da crise envolvendo Sarney representa um golpe contra as tradicionais oligarquias políticas brasileiras, mas não o definitivo - aliás, longe disso. Antônio Carlos Magalhães, Renan Calheiros, Jader Barbalho e Sarney produziram herdeiros, biológicos ou não, que mantêm vivas as seculares práticas coronelistas. O tamanho e a importância que tem o PMDB no cenário nacional é o maior exemplo disso. Como um câncer em processo de metástase, o partido é o abrigo seguro desse jeito peculiar de fazer política, destes grupos que continuam espalhados pela máquina do estado empenhados exclusivamente em girar a roda do fisiologismo e da corrupção.
Se a renúncia de Sarney se confirmar, alguém é capaz de imaginar que os indicados do senador no setor elétrico serão demitidos? Não, não serão. Eles continuarão lá, fazendo tudo que sempre fizeram, igualzinho ao que manda a cartilha atrasada pela qual rezam a maioria dos políticos brasileiros, independente a qual agremiação pertençam. Afinal, esta é, e vai ainda continuar sendo por muito tempo, a mais eficiente e segura forma de fazer política: trocando votos por cargos, permutando verbas por apoio, empregando parentes e amigos - tudo com o nosso dinheiro.